Sábado, 17 de Março de 2007
AINDA NÃO

 

Há muito que pretendo um cravo

Plantei a semente

Dela cuidei pacientemente

Criei a planta

A alimentei e nutri

Enquanto ela crescia, lentamente

E eu cá na minha mente....

Sonhava e imaginava

Com este viçoso craveiro

Admirar, dos botões o primeiro

O tempo passou lento

Mas os dias foram chegando

E os botões desabrochando

Que espanto !

Eram sem duvida flores

Repletas de beleza

E das mais diversas cores

Mas cravo não...não era!

Talvez um mal-me-quer...

Ou nem sequer

Mas porque razão

Mais uma vez, cravo não era não

Permitam-me a frustração

É que juntei já

Um atraente ramo colorido

Das mais esbeltas flores

Rico em seus tons

E de  fragancias guarnecido

Sem duvida uns amores 

Só tem um senão

Não sei porque razão

O cravo pretendido

Nunca apareceu não !

 

 



publicado por cadencia às 17:56
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