Poema de autor que desconheço e que me foi oferecido por um querido amigo
Sonhei, e como sonhei....
Voei com a imaginação
como se um lindo pássaro
me levasse até às alturas
Onde eu pudesse ver um raio de luz
a luz da esperança
Esta mesma luz me guiaria e mostraria algo que havia
mudado, que eu estava enganada
que eu havia conseguido alcançar
Um pedacinho de tantos e tantos sonhos que eu
vira desfazerem-se, a cada encontro com a realidade
De Li a 5 de Dezembro de 2006 às 21:24
Em tempos, li um texto que dizia assim:
Não se sonha sonhos só. Sonhos são parte da nossa (in)consciência. Se a consciência é a síntese espaço-temporal das nossas experiências subjetivas, nossos sonhos certamente são parte dela. E nossa consciência não é "nossa", nem são só nossos os "nossos" sonhos. Homens e mulheres contam histórias, fazem planos. Projetos, planos, idéias, às vezes só visões, abstratas - sonhos, mesmo -, que se transformam, se houver muita dedicação, paciência, energia, alguns parcos recursos e muita coragem pessoal, de muita gente, em realidade
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