Palavra tão simples de pronunciar
Hoje tão rara no uso
Diria mesmo
Quase em desuso
Questiono-me com frequencia
Quanto a esta nossa tendencia
De Honestidade não manifestar
Connosco próprios
Com a vida
E ao com os outros tratar
Porque insistimos nós
Na nossa cegueira
Em tapar o Sol com a peneira
Pior ainda
Encobrir de qualquer maneira
De modo a outrém enganar
Os interesses e os motivos
Bastas vezes tão mesquinhos
Na maioria pessoais
E materiais
Não sendo de sobrevivência
Mas sim
Por falta de decência
Substimando assim
Dos outros a intelegência
Esquecendo também
Que tudo o que se obtem
À sombra de premeditado engano
Sempre colhe
O seu próprio desengano
De Li a 22 de Novembro de 2006 às 23:09
Adorei.! Infelizmente, vivemos numa sociedade em que os valores estão em vias de extinção.Que bom ainda existirem pessoas como tu.
De
cadencia a 22 de Novembro de 2006 às 23:41
E como tu
De
solcar a 23 de Novembro de 2006 às 09:55
E iriamos por aí fora: "como tu..." "como tu..."
Lá te devolvi a rosa que bem mereces.
De 0241663901@netcabo.pt a 24 de Novembro de 2006 às 23:26
Algo que li em tmpos:
A verdade de outra pessoa
não está no que ela te revela,
mas naquilo que não pode revelar-te.
Portanto, se quiseres compreendê-la,
não escutes o que ela diz,
mas antes, o que não diz
De
espumante a 29 de Novembro de 2006 às 00:54
mazatão?
Acabaram-se as pilhas?
:))
De
cadencia a 30 de Novembro de 2006 às 07:57
Ola amigo. Thanks for popping in. Há pilha, não tem é havido tempo!. Bjs
Não poderia concordar mais. Aliás, eu costumo afirmar, "todos os actos que nós praticamos consciente ou inconscintemente, irão provocar alterações na nossa e na vida dos outros".
Tal como o "mal" que perpetuarmos "contra outros", a nós voltará.
Por isso digo que o nosso Eu, é o centro de tudo, tudo volta a nós.
De
cadencia a 2 de Dezembro de 2006 às 21:44
Volta sim, disso não tenho duvidas. Mas ... que bom que é saber que o bem, a alegria, o amor e o belo também voltam...
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